Uma performance que dá continuidade à pesquisa do artista Alexandre D’Angeli acerca das interações possíveis entre corpo e espaço e seus vestígios/memórias na busca por aproximações sensíveis com a arquitetura e seus equipamentos. O trabalho propõe pensar os vestígios imateriais resultados da ação do homem nas grandes cidades – sobras de seus projetos, investimentos, trocas e afetos.