Fluxo luminoso. O artista recria o seu próprio corpo. Refaz-se. Em ambiente escuro o seu movimento deixa um rastro de luz. Luzes coloridas piscam do seu corpo acrobata que evolui suspenso por uma barra invisível. A claridade que não é própria do corpo e que só se faz perceber porque é nele refletida é, em “Lúmen”, “incorporada”. Através de mecanismos artificiais o performer apresenta um corpo iluminante. A presença viva do artista fica registrada no espaço escurecido da performance.