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OpenSpace

Júlia Rebouças assume curadoria de setor que leva obras para fora do Pavilhão

SP-Arte
18 fev 2020, 14h13

Atenção: a SP-Arte 2020 foi suspensa por motivos de força maior. Confira nosso comunicado na íntegra.

Neste ano, Júlia Rebouças assume a curadoria da segunda edição do OpenSpace, setor que rompe com o formato clássico dos estandes e leva trabalhos para o lado de fora do Pavilhão da Bienal, no Parque Ibirapuera – onde se realiza a SP-Arte. Tal como um parque de obras de arte, o setor convida os visitantes do Festival Internacional de Arte de São Paulo a transitar pelo exterior do prédio de Oscar Niemeyer.

A ideia de um “jardim dentro do jardim” pauta a curadoria desta edição. “Trata-se de obras escolhidas a partir das discussões sobre paisagens construídas, sobre a relação entre natureza e cultura e ocupações do espaço. Mais do que pensar num conjunto de trabalhos monumentais, esta edição vai se debruçar sobre a proximidade da escala do corpo no lugar”, afirma a curadora.

A partir da articulação de galerias e artistas brasileiros, o OpenSpace é um dos setores curados da 16ª edição da SP-Arte, que acontece de 1º a 5 de abril, no Pavilhão da Bienal.

 

Sobre a curadora

Júlia Rebouças (Aracaju, Brasil, 1984. Vive em São Paulo). Atua como curadora e pesquisadora de arte. Foi curadora da mostra “Entrevendo, antologia poética e histórica da obra de Cildo Meireles, no Sesc Pompeia. Em 2019, foi curadora do 36o Panorama da Arte Brasileira: “Sertão, no Museu de Arte Moderna – SP. No mesmo ano, integrou a comissão curatorial de seleção e acompanhamento da 7ª edição da Bolsa Pampulha, em Belo Horizonte. Foi co-curadora da 32ª Bienal de São Paulo, “Incerteza Viva” (2016). De 2007 a 2015, trabalhou na curadoria do Instituto Inhotim, Minas Gerais. Colaborou com a Associação Cultural Videobrasil, integrando a comissão curadora dos 18º e 19º Festivais Internacionais de Arte Contemporânea SESC_Videobrasil, em São Paulo. Foi curadora adjunta da 9ª Bienal do Mercosul, em Porto Alegre, “Se o clima for favorável, em 2013. Realiza diversos projetos curatoriais independentes, dentre os quais destacamos a exposição “Entrementes, da artista Valeska Soares, na Estação Pinacoteca, São Paulo (2018), a mostra “MitoMotim, no Galpão VB, São Paulo (2018), e “Zona de instabilidade, com obras da artista Lais Myrrha, na Caixa Cultural Sé, São Paulo, em 2013, e na Caixa Cultural Brasília, em 2014. É Doutora pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade Federal de Minas Gerais (2017).

 

Setor OpenSpace em 2019

Com curadoria de Cauê Alves, o estreante OpenSpace funcionou tal como um parque de obras de arte, convidando os visitantes do Festival a transitar pelo exterior do prédio de Oscar Niemeyer. Na Praça das Bandeiras, uma das principais entradas para o Pavilhão da Bienal, outros trabalhos completaram a exposição. Obras de importantes artistas nacionais e estrangeiros compuseram um recorte diversificado, atravessando períodos, materiais e discussões em torno da escultura e instalação.

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