Ming Smith "Coney Island" (detalhe), Nova York, 1972 Todas as imagens utilizadas nessa matéria são cortesia MFON
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MFON: Mulheres fotógrafas da diáspora africana

Marina Dias Teixeira / Barbara Mastrobuono
19 nov 2020, 17h44

“MFON: Women Photographers of the African Diaspora” [MFON: Mulheres fotógrafas da diáspora africana] é uma publicação seminal publicada de forma independente por MFON, fundada pela documentarista Laylah Amatullah Barrayn e a artista visual Adama Delphine Fawundu, e editada por Crystal Whaley. A antologia contem trabalhos de diferentes gêneros criados por mais de cem artistas africanas e da diáspora, representando um total de 27 nações.

Com a intenção de promover, em escala internacional, a voz de fotógrafas com descendência africana, MFON cria um diálogo intelectual trazendo jornalistas, curadoras, documentaristas e artistas para discutir a produção contemporânea de fotografia. A primeira publicação, “Women Photographers of the African Diaspora”, já se encontra esgotada. Aqui, publicamos doze imagens que compõe essa antologia, para aproximar o público brasileiro desse conteúdo tão importante.

Acompanhe esses e outros trabalhos do MFON no SP-Foto Viewing Room.

Acima: Ming Smith
"Coney Island" (detalhe), Nova York, 1972
Todas as imagens utilizadas nessa matéria são cortesia MFON

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(1) Nydia Blas, da série “The Girl Who Spun Gold”, Nova York, 2016; (2) Fati Abubakar, da série em desenvolvimento “Bits of Borno”, Nigeria, 2015

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(3) Fatoumata Diabaté, da série “Caméleon”, Senegal, 2015-2016; (4) Eman Helal “Juba the New Nation”, República do Sudão do Sul, 2104; (5) Nina Robinson “Five men sit listening to their family and friends sing in the 12th Direct Mass Choir” Estados Unidos, 2015

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(6) Eman-Helal “Morsy, the beginning and the end”, 2011; (7) Fanta Diop “Following a West African Tradition, Malian women give money to an expectant mother at her baby shower”, Nova York, 2017

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(8) Yodith Dammlash “Brothers”, Etiópia, 2014; (9) Émilie Régnier “Danielle Babou, Abidjan, 2014; (10) Angéle Etoundi Essamba “Palanqueras, Colômbia, 2010; (11) Samantha Box, da série “Invisible: The Shelter, the Street”, Nova York, 2006

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Marina Dias Teixeira é formada em Estudos de Mídia e Cultura pela Universidade de Arte de Londres (UAL). Já integrou as equipes da Fundação Bienal de São Paulo e Sotheby’s Brasil. Hoje é responsável pela área de relações institucionais da SP-Arte. Em paralelo, pesquisa teorias decoloniais e a produção de artistas afro-diaspóricos no circuito de arte contemporânea, com foco em mulheres negras.


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Barbara Mastrobuono é editora, tradutora e pesquisadora. Trabalhou em casas editoriais como Editora 34 e Cosac Naify, e atuou como coordenadora editorial da Pinacoteca de São Paulo. Entre os títulos que traduziu estão “Tunga, com texto de Catherine Lampert; “Poesia Viva”, de Paulo Bruscky, com texto de Antonio Sergio Bessa; e “Jogos para atores e não autores”, de Augusto Boal. Defendeu sua dissertação de mestrado pelo departamento de Teoria Literária da USP. Atualmente é editora-chefe da SP-Arte.

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