Bob Wolfenson

Brasil, 1954


Sobre

Desde que iniciou sua trajetória profissional, aos dezesseis anos, no estúdio da Editora Abril, o paulistano Bob Wolfenson já trabalhou com os principais gênero fotográficos. E o fez com sucesso, tanto em seu estúdio como em viagens pelo Brasil e mundo afora – tomando café da manhã no salão vazio do Hotel Glória em Caxambu ou pedindo o room service do Copacabana Palace. Uma das referências nacionais como retratista, fotógrafo de nu e de moda, Wolfenson transita entre a publicidade e a arte. Possui obras nos acervos do Museu de Arte de São Paulo (Coleção Pirelli-Masp), do Museu de Arte Moderna de São Paulo, do Museu de Arte Brasileira da Faap, do Itaú Cultural, entre outras coleções.

Iniciou a carreira ao 16 anos como assistente de fotografia na Editora Abril onde permaneceu por quatro anos. Em 1974, passou a trabalhar como free-lancer, fazendo algumas revistas técnicas da Editora Abril, como Químicos e Derivados, Máquinas e Metais. As fotos eram de empresários ? o famoso boneco, na linguagem jornalística.
Em 1978, montou seu primeiro estúdio e estudou Ciências Sociais. Em 1982 mudou-se para Nova Iorque , trabalhou como assistente do fotógrafo norte-americano Bill King. De volta ao Brasil, sua carreira tomou novo rumo e, a partir de 1985, começou a fazer editoriais para diversas revistas. A consagração como fotógrafo veio após a exposição Jardim da Luz, em 1996, no Museu de Arte de São Paulo.
Foi responsável por vários ensaios para a Playboy e diversas capas e editoriais de moda. Em 2004 realizou a exposição Antifachada - Encadernação Dourada no Museu de Arte Brasileira da Fundação Armando Álvares Penteado, e suas fotos passam a pertencer a diversas coleções, museus e instituições de arte. MAB - FAAP
Atualmente é considerado por muitos como um dos maiores fotógrafos da América Latina.[2] Bob Wolfenson fotografou dezenas de top models, fez muitas campanhas publicitarias importantes apesar de ser essencialmente um artista.
Atualmente Bob Wolfenson é co-editor da revista da qual ele mesmo é co-criador, a S/N (lê-se Sem Número).

Fonte: Escritório de Arte


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