Sobre

“Soares não teme a efemeridade. Muito de sua obra baseia-se na convicção de que a transformação exige destruição e que a tradução sempre envolve perda. Tanto os materiais quanto as palavras são irremediavelmente imprecisos quando se trata de comunicar em retrospecto sensações indistintas.”

— Jens Hoffmann
Valeska Soares
Editora Cobogó, 2016

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