Sobre

No vai e vem da agulha preenchendo a lona crua
Penso no que os meus olhos não veem
Mas pressentem
Como o vento que sopra o tempo e faz da vida uma gira sem fim
Como o acaso, o destino e as forças encan- tadas
Tecendo os fios que nos sustentam
As teias que nos conectam
Deitando os caminhos a serem trilhados Penso nas forças que movem gentes Marés, ares e terras
Sempre girando
Imantando a vida de mistério Para que o sentido
Cada qual encontre o seu

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