Sobre

“A Lua” é uma obra única, que não pertence à nenhuma série em meu trabalho. Ela é a representação do feminino, e do narcisismo. Um encontro entre luz, brilho, espelho e pele. Meu processo como artista passa pela minha experiência no mundo como uma mulher transexual. A lua é o símbolo do feminino, e o feminino vem lançando luz às questões mais complexas e subjetivas que precisamos pensar para evoluir enquanto sociedade. Precisamos multiplicar as “luas” para que brilhem e lancem sua luz na vida das pessoas. [...]" Élle de Bernardini

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