Sobre

O trabalho reflete sobre a brutalidade do Estado brasileiro partindo do símbolo do BOPE. Entendido como elite, uma das polícias “mais bem preparadas do país”, o BOPE é um batalhão da polícia carioca cuja imagem pública ganhou contornos alegóricos, de exaltação à violência institucionalizada. Trata-se de um fenômeno generalizado que abarca outras polícias do país sob o lema “faca na caveira”. Furman opera uma inversão desse símbolo ao apresentar um quepe gasto e atravessado por uma faca de cozinha. Se, na relação original, uma arma militar ataca um civil, aqui a obra fere o militar.

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