Sobre

As esculturas Simpoiesis (actio 1 e 2) são autorretratos, silhuetas do artista fundidas com formas híbridas, entre troncos com raízes ou espinhos. Como uma contração de suas grandes obras com móveis, raízes, troncos e barcos, também carregam algumas das mesmas tensões que dominam sua poética desde os anos 1980: memória-esquecimento, opulência-decadência, afeto-dor, ciência-arte, vida-morte. São como pequenas narrativas, microcontos enigmáticos onde sua figura é, ao mesmo tempo, protagonista e paciente.

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