Sobre

"nenhum poema brota de uma terra desperdiçada" é um objeto intimista que tece vários tempos (entre passados e futuros) de um presente fluido. Afinal, de onde imaginamos o que (não) vemos? Aqui e agora será sempre um chão movediço de incertezas. Quando um poema deixa de ser balbuciado, para onde naufragam as suas palavras? Quando um país desperdiça uma noite estrelada, o que nos resta? Antes, as palavras brotavam em orvalho, dentro da cabana, onde aguardavam pela sua mão. Vem!

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