Gilson Plano
Brasil, 1988
Em seus projetos, Gilson Plano se mantém atento à maneira como aspectos formais podem manifestar qualidades e relações (im)palpáveis, como as noções de ficção e encantamento. Conforme produz relações de força e equilíbrio, tensionando o peso e as formas, Plano elabora vínculos materiais como dispositivos produtores de sentidos simbólicos, narrativos e históri- cos. Em toda sua obra o artista investiga o imaginário sobre a forma e o pensamento no Brasil, trabalhando também com ações em educação e gestão de programas de arte contemporânea. Entre suas exposições individuais estão Misterioso laço, Quadra, São Paulo, Brasil (2024); Pássaros e pedras, GDA, São Paulo, Brasil (2022); Como erguer tempestades, CCSP – Centro Cultural São Paulo, São Paulo, Brasil (2022) e TURVO, Duplex Air, Lisboa, Portugal (2021). Recentemente, participou também das coletivas Eu não confio, Galeria Cavalo, Rio de Janeiro, Brasil (2024); Olhe bem as montanhas, Quadra, São Paulo, Brasil (2024); Contra tempo, Casa Museu Eva Kla- bin, Rio de Janeiro, Brasil (2024); Passeio público, Caixa Cultural, Rio de Janeiro, Brasil (2023); De montanhas submarinas o fogo faz ilhas, Pivô, São Paulo, Brasil (2022) e Tragédia!, Fortes D’Aloia & Gabriel, São Paulo, Brasil (2022).

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