Ao mesmo tempo me espalho e continuo aqui
Com curadoria de Galciani Neves, a mostra é a primeira individual do jovem artista de Quixelô (CE) em São Paulo e apresenta um recorte da produção recente de Alves. A exposição, inclusive, trará eventos e ativações, como a visita mediada com a curadora Galciani Neves no dia 27/05, sábado, às 16h. Professor de artes da rede municipal de Juazeiro do Norte, onde atualmente vive e trabalha, Arivanio Alves possui um corpo de obras profundamente ligado ao Sertão brasileiro, seus habitantes, humanos e não humanos, e seus conflitos. Partindo desse microcosmo, mas ao mesmo tempo tecendo relações e reflexões que são universais – como se o Sertão fosse o mundo – o conjunto de obras apresentado é bastante diverso, tanto em sua composição, quanto nas superfícies escolhidas pelo artista: telas, placas de PVC, embalagens de cimento reutilizadas, entre outras. Como evidencia Galciani Neves, no texto curatorial que acompanha a exposição: “Tudo grita em Arivanio. É disso tudo e muito mais que é feita a profícua produção que sai de e se enraíza em Quixelô, que permanece lá para ser do mundo também, que encolhe para aterrar, para depois surgir como um espelho implacável. Para fazer tudo isso, Arivanio sabe que ser artista custa uma vida inteira”.

Endereço
Rua da Consolação, 2767, Aura Galeria
São Paulo, Brasil - Brasil

















































