11 novas galerias de São Paulo que estarão reunidas na SP-Arte/2018

28 Mar 2018, 4:08 pm

É uma tarefa quase impossível acompanhar o número de galerias que abrem todos os anos em São Paulo. Na SP-Arte/2018, participam nada menos do que oito instituições inauguradas nos últimos três anos na cidade e outras três que abrem suas portas durante a semana do Festival. Vale aproveitar a visita ao Pavilhão para conhecê-las de uma só vez e também se preparar para a programação intensa em suas sedes espalhadas pela cidade.


A galeria já tem dois espaços e se prepara para abrir o terceiro a poucos quarteirões de distância nas ladeiras de Perdizes. Inaugurada em abril de 2017, a Adelina tem salas de exposições, setor para cursos e outro ambiente voltado para oficinas e ateliês. Um terceiro galpão será aberto ainda este ano, com café e ambiente voltado a instalações de grande porte. Durante o Festival, eles apresentam a exposição do coletivo argentino DOMA.

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Inaugurada em junho de 2017 na Avenida 9 de Julho, a galeria apresenta, durante o Festival, uma exposição de acervo com obras assinadas por nomes como Anna Bella Geiger, Anna Maria Maiolino, Antonio Dias, Lygia Pape, Mira Schendel e Wesley Duke Lee. No Pavilhão, a galeria integra o setor Repertório com trabalhos sobre papel do artista pernambucano José Claudio. Ele participou ativamente do grupo Poema/Processo, um derivado do concretismo.

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Comandada pelos irmãos Gabriel e Billy Sáez (daí as iniciais do nome do espaço), a galeria de Pinheiros começou como uma plataforma de e-commerce e abriu seu espaço físico em 2015. Ela é especializada em séries limitadas de trabalhos sobre papel, feitos por artistas convidados, que produzem obras exclusivas para o projeto.

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A galeria já existe há um tempo, mas agora ela aparece com nova gestão – sob o comando de Marcos Amaro, Ricardo Resende e Ricardo Rinaldi – e inaugura novo espaço no Jardim Paulista, no dia 10 de abril, com projeto assinado por Pedro Mendes da Rocha. Durante a semana do Festival, a galeria apresenta duas performances de Katia Salvany e Carlos Mélo, seguidas por conversas com os artistas.

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Inaugurada em junho de 2017, a galeria de Pinheiros tem como foco a arte moderna e popular brasileira. A intenção é resgatar o olhar de Pietro Maria Bardi, fundador do Masp, a partir de mostras e debates com a presença de nomes por ele revelados. Alguns exemplos são Taro Kaneko e Agostinho Batista de Freitas. Durante o Festival, o espaço apresenta a exposição de Claudio Mubarac.

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O ateliê do artista Gabriel Wickbold, na Vila Nova Conceição, se tornou uma galeria aberta ao público em 2015. O espaço foca principalmente em fotografia e suas diversas possibilidades – autoral, documental, fotojornalismo e publicitária. É a primeira vez que a galeria participa da SP-Arte.

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Além de participar do setor Design com a Micasa, Houssein Jarouche integra também o setor Geral do Festival com a galeria de arte que leva seu nome. Inaugurado há menos de um ano, o espaço da rua Estados Unidos tem como foco as vanguardas da década de 1960 e suas influências na arte contemporânea. A partir do dia 10 de abril, entra em cartaz a exposição “Claudio Tozzi: 1964-2017”, com obras raras deste artista. Durante a SP-Arte, estarão expostos trabalhos de Robert Rauschenberg, Banksy e Maurício Nogueira Lima.

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Uma portinha na rua Joaquim Antunes leva às escadarias de um prédio onde estão as galerias Janaina Torres e Mario Cohen. Num espaço onde antes era um ateliê de costura, Janaina construiu um agradável ambiente de estrutura aparente, que foi inaugurado em outubro de 2016. Entre os artistas representados estão Daniel Jablonski, finalista da sexta edição do Prêmio de Residência da SP-Arte/2018, e Renata Pelegrini, que apresenta mostra em paralelo ao Festival.

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Localizada na rua Augusta, a galeria comandada por Marcelo Pallotta tem como público-alvo jovens colecionadores de arte moderna. O espaço abriu suas portas no fim de 2016 e se volta principalmente para trabalhos em papel de artistas como Di Cavalcanti, Burle Marx, Iberê Camargo e Antônio Bandeira, comercializados a preços mais acessíveis do que outras obras assinadas pelos mesmos artistas. No Pavilhão, a galeria participa do setor Repertório com o artista Loio-Pérsio, pintor voltado à abstração informal desde 1950.

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A galeria curitibana existe desde 2011 e, no dia 7 de abril, inaugura sua filial paulistana, no bairro Cerqueira César. Comandada pelos irmãos Guilherme e Laura Simões de Assis, o espaço abre suas portas com exposição da artista Julia Kater.

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Pai dos sócios da SIM Galeria, Waldir Simões de Assis Filho também inaugura sua sede em São Paulo, no dia 7 de abril. A mostra de abertura será assinada por Carmelo Arden Quin. Abraham Palatnik, Ascânio MMM e Angelo Venosa são alguns dos artistas presentes em seu estande no Pavilhão.

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