Marina Quintanilha

Brasil, 1979

Sua prática transita entre pintura, animação experimental e escultura, meios diferentes que sustentam uma mesma pesquisa sobre o gesto como construção de sentido e como sintoma social. Suas imagens e objetos se situam no limite entre realidade e ficção, atravessados por tensão, ambiguidade e desejo. Seus trabalhos recusam a entrega total do significado e convocam o espectador para um esforço ativo de leitura. Em 2021, começou a pintar e, em 2023, foi selecionada como um dos novos talentos no Garimpo da Revista Dasartes. Participou da 3ª Ilustradelas no Pátio Metrô São Bento. Teve pinturas suas na capa de A boa hora, de Rosa Monteiro (Editora Todavia), e de A Boba da Corte, de Tati Bernarde (Editora Fósforo). Em 2024, realizou sua primeira exposição individual, Fixação na Galeria Izabel Pinheiro, com repercussão na Ilustrada, Revista Select, Arte Brasileiros, Guia Orbit, Gama Indica e Artsoul, e foi selecionada pela Women United Art Magazine para sua edição de verão. Em 2025, participou de três exposições coletivas, na WG Galeria, na Galeria Izabel Pinheiro e no projeto SELO + AKQA Casa, e teve trabalhos publicados na Revista Morel. Em 2026, integra Um Teto, com curadoria de Luiza Testa no Museu de Arte Contemporânea de Niterói e A Invenção do Outro em Mim, com curadoria de Suyan de Mattos no Museu das Bandeiras, em Goiás.

Marina Quintanilha

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