Christian Salablanca Díaz
, 2026
(Guararí, Costa Rica, 1990) Bacharel em Arte e Comunicação Visual, com especialização em escultura. Foi indicado para a Rolex Mentor & Protégé Arts Initiative 2022–23 e para o Cisneros Institute do MoMA. Recebeu o Prêmio dos Fundos Nacionais Concursáveis do Museu de Arte Costarriquenha (2022 e 2025), além de participar de residências artísticas na Gasworks (2023), Pivô Pesquisa (2020) e Flora Ars + Natura (2017 e 2020). Entre suas exposições mais recentes destacam-se Borders Are Nocturnal Animals, na Kadist Collection e CAC Vilnius, Lituânia (2025); TOPALEKUAK (2024), na Tabakalera, em colaboração com Chillida Leku, País Basco; Enciclopedia de Río (2023), na CAMPO, Pueblo Garzón, Uruguai; VICEVERSA (2023), no Museo de Arte Moderno de Bogotá; Ya no había más orilla (2022), no IL POSTO, Chile; Unfinished Camp (2022), na Vitrine Gallery e Pivô Pesquisa, São Paulo; El pasado adelante (2021), na Casa de América, Madri; Unfinished Camp (2021), no HEK – Haus der Elektronischen Künste, Basileia, e no The Shed, Nova York; Ko ste v dvomu, pojdite v muzej [Em caso de dúvida, vá ao museu] (2021), no Mestni Muzej, Liubliana; Mesotrópicos (2021), no Museo de Arte Contemporáneo de Panamá; e TBA21: Avanzar con paso leve [How to Tread Lightly] (2020), no Museo Nacional Thyssen-Bornemisza, Madri. Em 2024–2025, Salablanca participou do EMIC/ETIC, com curadoria de Lola Malavasi na TEOR/éTica – ARS Foundation, apresentando o projeto expositivo Historia de un perro mudo. Também integrou a 24ª Bienal de Arte Paiz (2025), na Guatemala, com a obra El árbol del mundo, sob curadoria de Eugenio Viola. Além disso, seu trabalho foi incluído em Constellations of Dust (2025), com curadoria de Paula Nascimento, na UMBIGO Magazine #91, Lisboa, Portugal, e em Lemuria: Buscando el cielo en la tierra (2025), com curadoria de Paula Bossa, na Casas Reigner, Bogotá, Colômbia. Entre seus projetos mais recentes também estão Cthulhu Books (2025) e MAKIN KIN II: PLANTS SERIES, no Instituto de Estudios Postnaturales. Suas obras integram coleções como TBA21 – Thyssen-Bornemisza Art Contemporary, KADIST Foundation (São Francisco, EUA), MAMBO – Museo de Arte Moderno de Bogotá (Colômbia), MMOMA – Museu de Arte Moderna de Moscou, Museus do Banco da República da Colômbia, IL POSTO (Santiago, Chile) e Flora Ars + Natura (Colômbia). Salablanca vive e trabalha em Guararí, Costa Rica.

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