Arthur Arnold

Brasil, 1984


Sobre

Arthur questiona o papel social da pintura enquanto objeto de consumo e de transferência de status. Através de humor e sarcasmo, a figura do opressor tem o seu poder invalidado em narrativas visuais. Com o uso de metáforas visuais o artista aborda tais questões de forma indireta, gerando uma interpretação aberta para as pinturas. O absurdo, que é o que ninguém espera, mas que acaba acontecendo, é usado frequentemente como recurso estético em suas pinturas.

Sua nova fase aborda o fenômeno das massas. Arthur se interessa pela identidade de grupo que dilui a individualidade, pelo comportamento do homem que se reúne em multidões por motivos diversos formando um gigantesco bloco com um comportamento único. Com espatuladas empastadas, raspadas e algumas pinceladas pontuais Arthur transforma indivíduos em tinta.

Fonte: Galeria Movimento Arte Contemporânea


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